terça-feira, 1 de fevereiro de 2011





Começo, meio e fim. Todo relacionamento tem começo ( isso é meio óbvio, não?). Alguns deles têm meio, o que acontece após um começo bem sucedido. Quanto ao fim, depende de muita coisa para se tornar um happy end: há amores que se eternizam, há amores que são infinitos apenas enquanto duram.
Começo e recomeço são etapas da vida interligadas não apenas pela quantidade de letras semelhantes, mas pela profunda necessidade que uma delas provoca na outra. Não, isso não é só jogo de palavras. É que, embora nem todo começo seja um recomeço, todo recomeço… é um começo.
Recomeçar implica em ‘não começar do zero’, pelo menos é o que significa semanticamente o prefixo ‘re’. Recomeçar é dar uma nova chance ao que, de certa forma, falhou; é insistir que ali há algo inevitavelmente belo e necessário para se chegar à felicidade. Estou basicamente falando de relacionamentos, se ainda não deu para perceber.
Nem todo recomeço, no entanto, nasce de um fim. Eu sei, soa paradoxal, mas acredito que não é apenas possível, mas essencial promover recomeços constantes em qualquer relação. Melhorar alguma característica pessoal é um recomeço; apostar na sua intuição é outro. Há muitos recomeços possíveis, todos eles baseados numa única palavra mágica: vontade.
Vontade de recomeçar é o que motiva o recomeço, e não uma pressão abstrata qualquer que vem sei lá de onde. Querer nem sempre é poder, mas querer pelo menos indica que você deseja ir atrás dessa coisa que está faltando. E aí cada um empenha o que acha necessário para atingir o seu objetivo e vencer a batalha.
Desculpe se esse papo está ‘cabeça’ demais. É que nem sempre as coisas são tão claras, tão preto no branco. Quando se está em dúvida em relação a alguém, dizem que o ideal é colocar na balança os defeitos e qualidades dessa pessoa e ver se vale a pena seguir em frente. O problema é que esses dados nem sempre são tão claros quanto a gente precisa. E aí nos vemos obrigados a apelar para outras formas de solução.
Começar um relacionamento é a coisa mais fácil do mundo. Especialmente quando há atração física e intelectual, vontade de ficar juntos. Com o tempo, surgem situações boas (e ruins) que modificam a relação. E aí vemos se o que uniu o casal é forte o suficiente para resistir às novas situações. Se não for, há duas opções: o relacionamento segue o enredo ‘começo, meio e fim’ ou o casal investe num ‘começo, meio e… recomeço’. Depende da vontade de cada um.

quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

"Viver não dói"

"Definitivo, como tudo o que é simples. Nossa dor não advém das coisas vividas, mas das coisas que foram sonhadas e não se cumpriram.

Por que sofremos tanto por amor? O certo seria a gente não sofrer, apenas agradecer por termos conhecido uma pessoa tão bacana, que gerou em nós um sentimento intenso e que nos fez companhia por um tempo razoável, um tempo feliz. Sofremos por quê?

Porque automaticamente esquecemos o que foi desfrutado e passamos a sofrer pelas nossas projeções irrealizadas, por todas as cidades que gostaríamos de ter conhecido ao lado do nosso amor e não conhecemos, por todos os filhos que gostaríamos de ter tido junto e não tivemos, por todos os shows e livros e silêncios que gostaríamos de ter compartilhado, e não compartilhamos. Por todos os beijos cancelados, pela eternidade interrompida.

Sofremos não porque nosso trabalho é desgastante e paga pouco, mas por todas as horas livres que deixamos de ter para ir ao cinema, para conversar com um amigo, para nadar, para namorar. Sofremos não porque nossa mãe é impaciente conosco, mas por todos os momentos em que poderíamos estar confidenciando a ela nossas mais profundas angústias se ela estivesse interessada em nos compreender. Sofremos não porque nosso time perdeu, mas pela euforia sufocada. Sofremos não porque envelhecemos, mas porque o futuro está sendo confiscado de nós, impedindo assim que mil aventuras nos aconteçam, todas aquelas com as quais sonhamos e nunca chegamos a experimentar.

Como aliviar a dor do que não foi vivido? A resposta é simples como um verso: se iludindo menos e vivendo mais."

quarta-feira, 19 de janeiro de 2011

A HUMILDADE

 


A HUMILDADE É A ACEITAÇÃO PURA E SIMPLES DA VERDADE, SEJA ELA A NOSSO FAVOR OU CONTRA NÓS.
A humildade acalma a ira, acolhe o aflito e conquista o coração.
O humilde propõe idéias, o orgulhoso as impõe.
O humilde apresenta planos, o orgulhoso exige que sejam aceitos.
Só o amor impregnado de humildade é capaz de viver em paz e em harmonia com os outros, apesar de entrechoques entre idéias e de diversidade de caracteres.
A humildade abre todas as portas para um bom relacionamento, enquanto que o orgulho impede todas as possibilidades para o diálogo.
O humilde é sempre acolhedor, receptivo e aberto para apreciar as idéias dos outros, mas o orgulhoso julga-se sempre senhor da verdade.
Temos muito que aprender uns com os outros.

“Ninguém é tão sábio que nada mais tenha a aprender e tão ignorante que nada possa ensinar”.

domingo, 9 de janeiro de 2011

Fênix

E já está decidido o que vai embelezar o corpitcho da mocinha aqui...

Qualquer semelhança é mera coincidência...




"Eu!
Prisioneiro meu
Descobri no brêu
Uma constelação...

Céus!
Conheci os céus
Pelos olhos seus
Véu de contemplação...

Deus!
Condenado eu fui
A forjar o amor
No aço do rancor
E a transpor as leis
Mesquinhas dos mortais...

Vou!
Entre a redenção
E o esplendor
De por você viver...

Sim!
Quis sair de mim
Esquecer quem sou
E respirar por ti
E assim transpor as leis
Mesquinhas dos mortais...

Agoniza virgem Fênix
O amor!
Entre cinzas arco-íris
Esplendor!
Por viver às juras
De satisfazer o ego mortal...

Coisa pequenina
Centelha divina
Renasceu das cinzas
Onde foi ruína
Pássaro ferido
Hoje é paraíso...

Luz da minha vida
Pedra de alquimia
Tudo o que eu queria
Renascer das cinzas...

E eu!
Quando o frio vem
Nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
A luz da escuridão
E a dor revela a mais
Esplêndida emoção...

O amor!
Quando o frio vem
Nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
A luz da escuridão
E a dor revela a mais
Esplêndida emoção...

Quando o frio vem
Nos aquecer o coração
Quando a noite faz nascer
A luz da escuridão
E a dor revela a mais
Esplêndida emoção
O amor!... "


quinta-feira, 6 de janeiro de 2011

A PRINCÍPIO...


De norte a sul, de leste a oeste, todo mundo quer ser feliz. Não é tarefa das mais fáceis. A princípio, bastaria ter saúde, dinheiro e amor, o que já é um pacote louvável, mas nossos desejos são ainda  mais complexos.
Não basta que a gente esteja sem febre: queremos, além de saúde, ser magérrimos,sarados, irresistíveis. 
Dinheiro? Não basta termos para pagar o aluguel, a comida e o cinema: queremos a piscina olímpica, a bolsa Louis Vitton e uma temporada num spa cinco estrelas.
E quanto ao amor? Ah, o amor... não basta termos alguém com quem podemos conversar, dividir uma pizza e fazer sexo de vez em quando.
Isso é pensar pequeno: queremos AMOR, todinho maiúsculo. Queremos estar visceralmente apaixonados, queremos ser surpreendidos por declarações e presentes inesperados, queremos jantar à luz de velas de segunda a domingo, queremos sexo selvagem e diário,queremos ser felizes assim e não de outro jeito.
É o que dá ver tanta televisão. Simplesmente esquecemos de tentar ser felizes de uma forma mais realista. Por que só podemos ser felizes formando um par e não como pares? Ter um parceiro constante, não é sinônimo de felicidade, a não ser que seja a felicidade de estar correspondendo a expectativas da sociedade, mas isso é outro assunto. Você pode ser feliz solteiro, feliz com uns romances ocasionais, feliz com parceiros, feliz sem nenhum. Não existe amor minúsculo, principalmente quando se trata de amor-próprio.
Dinheiro é uma benção. Quem tem, precisa aproveitá-lo, gastá-lo, usufruí-lo. Não perder tempo juntando, juntando, juntando. Apenas o suficiente para se sentir seguro, mas não aprisionado. E se a gente tem pouco, é com este pouco que vai tentar segurar a onda, buscando coisas que saiam de graça, como  um pouco de humor, um pouco de fé e um pouco de criatividade.
Ser feliz de uma forma realista é fazer o possível e aceitar o improvável. Fazer exercícios sem almejar passarelas, trabalhar sem almejar o estrelato, amar sem almejar o eterno. Olhe para o relógio: hora de acordar. É importante pensar-se ao extremo, buscar lá dentro o
que nos mobiliza, instiga e conduz mas sem exigir-se desumanamente. A vida não é um game onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo.

Martha Medeiros

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Reveillon em Cabreúva - Sensacional!

Esse ano resolvemos mudar o destino que há 4 anos vinha sendo feito em constante rotina.
De Praia Grande direto para Cabreúva. E olha! Foi S.E.N.S.A.C.I.O.N.AL!!!!!!!!!!
O Reveillon foi perfeito!  Amigos reunidos, bebida , churrasco, risadas,  diversão total.

E eu encerrei o meu 2010 que já estava na hora de sair de cena, pra iniciar 2011 que já começou com grandes surpresas, alegrias , novas conquistas, tudo novo!

Quero tudo novo, de novo!